O governo Lula, através de sua política externa conduzida principalmente pelo então chanceler Celso Amorim e por quadros de nossa diplomacia, esforçou-se por colocar o Brasil em lugar de maior destaque em termos globais, atendendo assim as expectativas de uma maior responsabilidade entre as nações de um país de dimensões continentais como o nosso.
Foram anos de trabalho na tentativa inclusive de uma reforma do Conselho de Segurança das Nações Unidas que permitisse que organismo de tamanha importância deixasse de ser refém de interesses do grupo restrito das cinco potências que hoje detém poder de veto em qualquer resolução que permita frear a escalada insana de conflitos armados pelo planeta.
Rever o modelo de organização da ONU poderia ser um fator importante para que vidas de inocentes pudessem ser poupadas. Nenhum governo no mundo hoje trata de forma concreta desta questão.

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